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Jhonatan Almada



Atualmente é Reitor do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão-IEMA. Mestre em Educação pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Especialista em Gestão e Políticas Públicas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Especialista em Formação Política e Políticas Públicas pela EFG/MA e Universidade Estadual do Maranhão (Uema). Licenciado em História pela Uema.

É servidor público federal da Carreira de Técnico de Assuntos Educacionais, lotado na Universidade Federal do Maranhão (UFMA). 

Membro da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae), Instituto Histórico e Geográfico Maranhense (IHGM), Instituto Histórico e Geográfico de Caxias (IHGC), Sócio fundador do Instituto Jackson Lago (IJL), e membro do Grupo de Estudos e Pesquisas de Políticas Educacionais do Programa de Pós-graduação em Educação da UFMA. 

Foi Coordenador de Projetos da ONG Escola de Formação de Governantes, Chefe de Gabinete do IMESC, Membro do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social, Chefe de Gabinete da Pró-Reitoria de Ensino da UFMA, Secretário-Adjunto de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Membro do Conselho Curador da Fundação Sousândrade e do Conselho Deliberativo do SEBRAE, Presidente do Conselho Fiscal do Conselho Nacional de Secretários de Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação-CONSECTI e do Comitê Nacional de Políticas de Educação Profissional e Tecnológica.

Exerceu a docência na rede pública estadual como Professor de História; na Universidade Estadual do Maranhão como Professor da Especialização em Metodologia do Ensino Superior; e na Universidade Federal do Maranhão como Professor da Especialização em Gestão Pública e da Especialização em Educação Integral. 

Publicou 20 livros, entre eles "Planejamento e desenvolvimento do Maranhão", "Maranhão: enigmas, desafios e urgências", "Ignacio Rangel, decifrador do Brasil", "Alternância do poder político no Maranhão" e "Governo Jackson: o legado". As principais publicações estão disponíveis no ISSUU no link https://issuu.com/jhonatanalmada. 

Escreve artigos de opinião às sextas-feiras no Jornal Pequeno http://jornalpequeno.com.br/.


Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Política e Planejamento da Ciência, Tecnologia e Inovação, Política e Planejamento Educacional, Financiamento da Educação, Políticas Públicas de Educação e as relações entre Educação e Desenvolvimento. 

Para o Currículo completo ver Lattes.

Distinções e premiações
  • Palmas Universitárias (UFMA)
  • Destaque Agência Promotora de Intercâmbio Internacional no Maranhão (UEMA)
  • Amigo da Ciência (SNCT 2016, Imperatriz)
  • Homenagem Especial (Fundação Sousândrade de Apoio ao Desenvolvimento da UFMA)
  • Agradecimento Especial do Centro de Educação da UEMA 
  • Agradecimento do Fórum Internacional de Pedagogia-FIPED
  • Prêmio 35 anos da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA)
  • Grande Benemérito da Associação Comunitária do Bairro Ponte de Caxias
  • Prêmio Professora Rosa Mochel, Centro de Ensino Menino Jesus de Praga
  • Colaborador Benemérito do Centro de Educação da UEMA
  • Agradecimento da Associação Brasileira de Reitores de Universidades Estaduais e Municipais (ABRUEM)

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O MARANHÃO ILUMINA CAMINHOS PARA O BRASIL

Jhonatan Almada, historiador

2016 foi um ano extremamente difícil para o Brasil e para o Maranhão em particular. Retrospectiva evidenciará que a permanente instabilidade política do país não encontrou fim e a superação da crise econômica não chegou. A crise do pacto de poder(que vigeu até 2014)e a inexistência de projeto nacional empurraram-nos para 2017 com grandes incertezas e falta de clareza no horizonte.
Nesse cenário, o Maranhão se tornou raríssima exceção quanto ao desempenho das políticas públicas ampliando o acesso a direitos e estimulando a economia estadual, equilíbrio perdido no âmbito de governos como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Tocantins e Distrito Federal que parcelam ou atrasam salários, não pagam fornecedores, fecham órgãos e serviços públicos. 
O Governo do Maranhão ganhou fôlego para enfrentar as incertezas de 2017 graças à economia de R$ 300 milhões em 2015-2016 advinda do corte de supérfluos, luxos, aluguéis de veículos e imóveis,