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Educação


Nesta seção destaco alguns trabalhos que desenvolvi junto aos municípios do Maranhão, instituições ou organismos internacionais, especialmente na EDUCAÇÃO BÁSICA atuando como consultor:

  • Consultoria na implementação do Projeto SELO UNICEF Município Aprovado 2009-2012 na Amazônia Legal Maranhense.
  • Assessoramento ao Pacto "Movimento Popular pelo Direito de Aprender das Crianças e Adolescentes de Barreirinhas".
  • Consultoria para elaboração dos Planos de Carreira e Remuneração do Magistério, conforme a Lei do Piso Salarial Nacional Profissional nos municípios:
    • Governador Nunes Freire
    • Santa Quitéria
    • Penalva
    • São Vicente Ferrer
    • Buriti
    • Alto Alegre do Pindaré
    • Capinzal do Norte
    • Paço do Lumiar
  • Avaliador do Comitê Técnico Regional do Prêmio Itaú-Unicef 2011
  • Avaliador do Prêmio Itaú-Unicef 2013
  • Avaliador do Comitê Técnico Regional do Prêmio Itaú-Unicef 2017
  • Oficina de Planejamento do EducAmazônia 2012-2016, vinculada ao UNICEF.
  • Metodologia de Trabalho para a Oficina de Planejamento do Seminário "Planejando o Direito de Aprender da Criança na Amazônia"
  • Elaboração de subsídios para o Diagnóstico Situacional da Educação Básica nos Estados da Amazônia Legal  


Nesta seção apresento os principais trabalhos como Técnico em Assuntos Educacionais atuando na Pró-Reitoria de Ensino da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) onde cheguei a exercer o cargo de Chefe de Gabinete:



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O MARANHÃO ILUMINA CAMINHOS PARA O BRASIL

Jhonatan Almada, historiador

2016 foi um ano extremamente difícil para o Brasil e para o Maranhão em particular. Retrospectiva evidenciará que a permanente instabilidade política do país não encontrou fim e a superação da crise econômica não chegou. A crise do pacto de poder(que vigeu até 2014)e a inexistência de projeto nacional empurraram-nos para 2017 com grandes incertezas e falta de clareza no horizonte.
Nesse cenário, o Maranhão se tornou raríssima exceção quanto ao desempenho das políticas públicas ampliando o acesso a direitos e estimulando a economia estadual, equilíbrio perdido no âmbito de governos como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Tocantins e Distrito Federal que parcelam ou atrasam salários, não pagam fornecedores, fecham órgãos e serviços públicos. 
O Governo do Maranhão ganhou fôlego para enfrentar as incertezas de 2017 graças à economia de R$ 300 milhões em 2015-2016 advinda do corte de supérfluos, luxos, aluguéis de veículos e imóveis,