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A dualidade educacional no Maranhão, São Luís

A distância entre as escolas públicas e as escolas privadas de elite no Maranhão, sobretudo em São Luís, irão aumentar mais ainda. É o fortalecimento da velha e nunca superada dualidade educacional que separa uma escola para os ricos e uma escola para os pobres; tão conhecida por educadoras e educadores críticos.
Isso está ocorrendo em dois sentidos conexos: 1) internacionalização, com a assinatura de convênios com colleges estadunidenses e 2) ampliação do currículo, incluindo disciplinas como economia, política e oratória. E alguns "intelectuais" como Gustavo Ioschpe, da VEJA, ainda querem enxugar o currículo do ensino médio público. É pau e pedra, o fim do caminho para os oprimidos e o paraíso tropical, abençoado por Deus para as subelites maranhenses.
Enquanto isso, a SEDUC se perde nos problemas internos, acreditando com o PNUD que tudo isso é um problema de gestão, resolvível pela melhoria da gestão.

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O MARANHÃO ILUMINA CAMINHOS PARA O BRASIL

Jhonatan Almada, historiador

2016 foi um ano extremamente difícil para o Brasil e para o Maranhão em particular. Retrospectiva evidenciará que a permanente instabilidade política do país não encontrou fim e a superação da crise econômica não chegou. A crise do pacto de poder(que vigeu até 2014)e a inexistência de projeto nacional empurraram-nos para 2017 com grandes incertezas e falta de clareza no horizonte.
Nesse cenário, o Maranhão se tornou raríssima exceção quanto ao desempenho das políticas públicas ampliando o acesso a direitos e estimulando a economia estadual, equilíbrio perdido no âmbito de governos como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Tocantins e Distrito Federal que parcelam ou atrasam salários, não pagam fornecedores, fecham órgãos e serviços públicos. 
O Governo do Maranhão ganhou fôlego para enfrentar as incertezas de 2017 graças à economia de R$ 300 milhões em 2015-2016 advinda do corte de supérfluos, luxos, aluguéis de veículos e imóveis,