domingo, 25 de abril de 2010

A Rosa e o Tucano

A Rosa e o Tucano

Jackson Lago, ex-governador do Maranhão (deposto por golpe judicial perpetrado pelos Sarney)

O ato que rememorou o primeiro aniversá rio do golpe judiciá rio que me depôs e que foi realizado na sexta-feira da semana passada, na Assembleia Legislativa, incomodou profundamente a oligarquia beneficiária do golpe que, irritada, pôs-se a divulgar nos meios de comunicação uma suposta divisão das forças democráticas do Maranhão.

Uma primeira resposta a essas mentiras foi o próprio ato, que uniu militantes de diversos partidos oposicionistas e nomes de expressão das forças anti-oligárquicas maranhenses como o ex-governador José Reinaldo, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Tavares, o ministro Edson Vidigal, o ex-governador Luiz Porto, entre outros.

No domingo, um artigo do deputado federal Roberto Rocha, presidente do PSDB maranhense, repôs a verdade dos fatos, de forma clara e avassaladora. Sob o título de O Tucano e a Rosa, o parlamentar analisa a confluência de idéias entre o PDT e o PSDB do Maranhão, dois partidos de firme identidade anti-oligárquica e que têm, seguidas vezes, se unido para enfrentar o
adversário comum, responsável pelo atraso do Estado.

O objetivo comum que vem nos unindo permanece. Trata-se de pôr um fim ao mando do grupo que é o obstáculo maior ao desenvolvimento econômico-social e da democracia em nosso Estado, apesar de na época de seus estertores precisar se basear em decisões obtidas no "tapetão" e se escorar em manobras de bastidores junto ao poder federal.

As eleições de 2010 ocorrerão ainda sob o signo do poder oligárquico no Maranhão, apesar de no restante do País esta ser uma página virada na História. É uma situação que nos envergonha a todos, mas que se sustenta em oposição à vontade da maioria da população, que aguarda com ansiedade o momento de derrotar novamente o grupo dominante.

As divergências que existem entre as forças democráticas do Maranhão - concordo com a análise de Roberto - são quanto a forma de derrotar o poder oligárquico. O que é melhor: termos dois ou mais candidatos na área oposicionista ou partirmos unidos desde o primeiro turno? A resposta a esta questão, inclusive, pode depender menos da vontade de cada um de nós e mais das manobras que a oligarquia vem engendrando.

Uma coisa é certa: temos que estar à altura do momento que se aproxima e das expectativas que a população tem sobre todos nós. E isso significa que a rosa e o tucano estarão numa mesma trincheira, combatendo o bom combate e unidos no projeto de construção de um Maranhão livre, solidário, democrático e progressista.

REBOLATION

REBOLATION

José Reinaldo Carneiro Tavares, ex-governador do Maranhão


Roseana Sarney está em busca de seu quarto mandato, pois ilegitimamente ou não, ela exerce o seu terceiro. Portanto é uma tarefa incrivelmente difícil para os seus marqueteiros apresentá-la com características novas e tentar criar uma nova personalidade para ela, contrariando aquilo que sempre foi e é: uma pessoa arrogante que não tolera a sinceridade vinda de amigos, servidores ou adversários. Ela recebe as críticas com desdém, achando que seu sistema próprio de comunicações é tão forte que consegue impor a todos uma Roseana Sarney que não existe.

Isso vem de berço, não muda, está em seu DNA. Eu escrevi em artigo anterior que a governadora, muito abalada com a certeza de que vai ter de enfrentar Flávio Dino nas eleições, viajou para o Rio de Janeiro para se encontrar com Duda Mendonça, o marqueteiro com fama de mago, único serque ela acredita ter a capacidade de torná-la palatável como candidata ao governo.

Duda exigiu pesquisas qualitativas e detectou imediatamente que, entre outras coisas, ela é vista como uma pessoa arrogante, mandona e agressiva e uma mesquinha perseguidora de desafetos, capaz de usar tudo, tudo mesmo ao seu alcance, na luta para ter o poder.

Assim, o primeiro comercial do PMDB, sob orientação de Duda, foi tentar “criar” uma nova Roseana, em uma versão do famoso “Lulinha Paz e Amor” de 2002. Mas na ocasião, Lula era um político que ainda não havia exercido nenhum mandato de destaque, que podia se apresentar na campanha com uma imagem sem causar grandes contradições.

Roseana é muito diferente. Ela já exerceu o governo algumas vezes, atropelou todo mundo, agrediu adversários, criou jornais nanicos e temporários para caluniar adversários e fez de tudo para conseguir um golpe de estado jurídico para tomar o governo. Conseguiu com isto uma decisão que violentou a Constituição brasileira e, mesmo perdedora nas eleições, assumiu o governo do Maranhão. (Basta ver o que disse o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo, em entrevista reproduzida em meu Blog).

Como querer apresentá-la como uma pessoa dócil, de boa paz, lamentando a agressividade (que ela e a sua família trouxeram para a política) da atual política maranhense? Como isso pode ter alguma coerência? É Duda tentando fazer alguma coisa e honrar o seu contrato...

Um experiente amigo mandou-me essas considerações sobre o fato:

“Eu acho que ele deu mancada.Tentou trazer o mote de “Lula Paz e Amor” para ela, mas há uma diferença monstruosa. Em 2002, Lula era mudança realmente, precisava mudar o estilo devido a tanta taca que entrou. Roseana Sarney é o continuísmo do 4º mandato. Ademais, ela prega união, mas desde que isso seja para lhe dar um quarto mandato. Quem está no poder há tanto tempo, não tem legitimidade para falar em mudança de práticas políticas, pois já teve sua chance inúmeras vezes e não fez. Qualquer outra união de políticos é ódio, rancor, intriga.”

E o Uchoa em seu Blog, escreve:

“No início desta semana, a governadora, que deixou claro seu desespero em relação à eleição de outubro próximo, surgiu em programa político para denunciar o cabo de guerra que domina a política maranhense. “Nós, que somos eleitos pelo povo, precisamos parar com esse clima acirrado”, declarou com desfaçatez a filha do presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP). Se há acirramento na política do Maranhão, a culpa maior recai sobre o coronelato comandado pelo ex-presidente Sarney, que tem pressionado o presidente Lula da Silva para que reverta a decisão do PT maranhense. É bom lembrar que o experiente Lula só se aproximou de José Sarney por necessidade política. E isso a história não nos deixar mentir.”

Penso que mais fácil do que tentar mudar a personalidade de Roseana é trocar de candidato e ela ceder o lugar para outro do seu grupo. Com ela é muito difícil até para o Duda. Mas fora da família, para seu grupo, não há solução.

O senador José Sarney, conversando com políticos, disse que uma intervenção no PT do Maranhão é, sem dúvidas, um enorme desgaste. Mas acha que o povo esquece e dentro de algum tempo ninguém se lembrará mais. O verdadeiro desgaste, segundo ele, é enfrentar Flávio Dino apoiado pelo PT. É crescente o pavor de enfrentar o deputado federal em uma eleição para o governo do Maranhão.

Como a familia Sarney pensa que tudo vale pelo poder, não me surpreendi quando uma jornalista da Folha me ligou e na conversa falou-me que o Joé Eduardo Dutra, presidente do PT, teria dito a ela que o PSB do Maranhão, na sua reunião da semana passada teria atacado violentamente a Dilma.

Eu lhe disse que o problema do Dutra é que ele só ouvia o Sarney e que na reunião do PSB ninguém atacou a Dilma, No referido evento tratamos apenas da política do estado e do apoio a Flávio e que isso era apenas para forçar a intervenção no PT do Maranhão.

O jogo é muito sujo e usam mentiras como verdade para tentar nos jogar contra Lula e Dilma. É o medo que os obriga a tudo isso! Além da falta de compromisso com a candidatura de Dilma que, na verdade, sofrerá as conseqüências da intervenção.

Continuando nossa história, foi um grande acontecimento político o evento que marcou a data de um ano do golpe judiciário que tirou Jackson Lago do governo e colocou Roseana Sarney em seu lugar. E serviu para demonstrar que esse foi um ano perdido para o Maranhão, de regressão em seu desenvolvimento, de baixo emprego, do caos na saúde, na educação e na segurança pública, tudo por culpa direta da governadora Roseana Sarney, indolente como sempre.

Foi uma reunião vibrante e de muita emoção que serviu para mostrar que as oposições estão unidas e assim marcharão nas eleições.

Foi gratificante ver e participar da homenagem a Jackson Lago, esse homem injustiçado, mas que mantém força política considerável para almejar sua volta ao governo, como demonstrou.

E para finalizar, enfatizo a fraqueza política da governadora o ocorrido outro dia quando ela esteve em Imperatriz. Roseana Sarney quis visitar 3 quilômetros de asfalto que o governo proporcionou à administração municipal, isto depois de tomar os recursos do convênio em que Jackson dara 15 quilômetros à cidade. O prefeito Sebastião Madeira foi com ela e entrou na primeira casa. Ele perguntou à moradora se ela estava satisfeita com o asfalto. A moradora respondeu que sim, mas que se ele pedisse votos para Roseana, disse-lhe que jamais votaria nela. Assim mesmo. De corpo presente. Como se diz por aí: “na lata”!

Duda, tenta o “rebolation”!

NA POLÍTICA NÃO CABE "PAZ" E "AMOR"

NA POLÍTICA NÃO CABE "PAZ" E "AMOR"

Por Jhonatan Almada

O que talvez os marketeiros desconheçam ou lhe faltem é uma perspectiva histórica. Em política no Maranhão, como no Brasil, sempre estivemos sobre o signo da conciliação, traço característico do comportamento político tão criticado por Raymundo Faoro, pois implica na imobilidade, no não mudar, na incapacidade de transformar.

Se a tudo conciliamos, a tudo acomodamos, nada punimos, não existe referencial, ninguém diferencia como cantou Fernando Pessoa, o bem do mal, vivemos em permanente nevoeiro, é mais do que chegada a hora para por em termos claros a situação política que tanto nos aflige e a tempos tantos.

Tivemos por obra da fortuna ou do azar, talvez de nós mesmos, um Juscelino invertido, que ao invés de não ter o sentimento do medo, se diz incapaz de ter ódio. Se o primeiro destemido fez 50 anos em 5, o segundo fez de 5 seus 50. Nos foi legado um Borges ao avesso. Se o primeiro tinha incapacidade de odiar, mas a sublimidade da arte literária. O segundo tem a perseguição pessoal e institucional como prática, somada à mediocridade intelectual.

Se a oposição não firmar seu terreno, delimitar seu campo, colocar às claras o que de fato se passou e se passa na sociabilidade política maranhense, mais uma vez a farsa redundará em repetição.

Não basta o discurso anti-Sarney, mas ele é indispensável, mais ainda ele deve ser nominado, por que este grupo, esta tão falada oligarquia, não é feita apenas de um senador pelo Amapá, aqui está o ponto crucial.

Explicitar quem são, o que fizeram, o que fazem, sem rodeios, sem meias palavras, sem punhos de renda, a política nesta quadra não comporta “paz e amor”, sobretudo por que estas não o são em essência, mas apenas enquanto cena. Se Bourdieu estava certo ao dizer que a sociologia é um esporte de combate, mais correto é dizer que a política é um esporte de sangue. Isto não quer dizer violência, mais intensidade de sentimento, verdade de argumento, ética nos meios e um bem coletivamente decidido ao final do percurso.

Essa plasticidade, essa maranhensidade do sentimento do medo, medo de enfrentar de peito aberto, de dizer às claras e assumir as conseqüências é o grande limite de vida e de morte da oposição. Ninguém governa sozinho, mas mesmo na solidão escolhemos quem e por quanto tempo nos acompanha.

Alguns certamente discordam. Seduzidos que estão pelo adesismo governista, pelos banquetes do poder, iludidos por um projeto de país que não inclui o Maranhão, pois se de fato incluísse iria de encontro ao maior empecilho do nosso desenvolvimento: a fragilidade ou quase ausência de alternância do poder político.

Se a oposição chegar ao poder, e o “se” é a parte de esperança que cabe a todos que mantém a crença nos homens e mulheres de boa vontade, que não se perca com a perdição dos conciliados. Não se pode crer como Tancredo que temos que apenas fitar o futuro, sem nos livrarmos em trabalho persistente, detido, consciente, incansável do passado e do legado passado que insiste em sobreviver.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O GOLPE DE 16 DE ABRIL DE 2009 E A TRANSIÇÃO INTERROMPIDA

O GOLPE DE 16 DE ABRIL DE 2009 E A TRANSIÇÃO INTERROMPIDA


Franklin Douglas
Márcio Jardim
Silvio Bembem

(*)


Lembrar um ano do golpe via judiciário no voto popular do maranhense, que resultou na cassação do mandato do governador Jackson Lago, é obrigação de todos aqueles que acreditam na Democracia. E revisitar aquele momento histórico, apontando criticamente os erros e acertos da primeira experiência de governo eleito pelo povo contra o esquema Sarney, é tarefa dos que desejam que a proeza do voto popular que derrotou a velha oligarquia em 2006 se repita em 2010.

O golpe via judiciário do dia 16 de abril de 2009 só foi caracterizado como golpe porque houve um forte movimento de resistência e mobilizações de rua denunciando ele.


Fazer essa resistência não foi consenso. Pelo contrário, setores do governo – sobretudo seu chamado “núcleo duro” – apostavam tudo nas articulações de bastidores no tribunal, nada nas ruas (ganharíamos por ampla diferença no TSE, diziam).

Tal pressão popular foi fruto da ação dos movimentos sociais que encamparam a luta em defesa do voto sob a forma de Movimento Balaiada: organizações como MST, Movimento de Moradia, Fetaema, movimentos juvenis como Xô Sarney/Rosengana, movimento de mulheres, direitos humanos, indígenas, quilombolas. O Movimento Balaiada foi articulação popular com sustentação partidária, notadamente de todo o PT anti-Sarney, de boa parte do PDT, do PSB e do PCB. Teve tímida participação do PSDB e simbólica do PCdoB.

Com os “balaios”, somaram-se defensores fora do governo com opiniões e artigos como César Teixeira, Freitas Diniz, Manoel da Conceição, Haroldo Saboia, Zeca Baleiro, Leocádia Prestes, Frei Betto, Beth Carvalho, entre outras personalidades.

A “nova” Balaiada não tomou as ruas nas dimensões pretendidas (envolver o povo amplamente), mas tornou-se fator de mobilização de amplos setores organizados. Isso colocou de 5 a 10 mil pessoas nas ruas em Imperatriz – no dia 13 de março de 2009. Pouco mais em São Luís – em 31 de março. Uma marcha pela democracia percorreu 120 quilômetros de Itapecuru a São Luís (de 24 a 31 de março), com a participação solidária de João Capiberibe, João Pedro Stédile e Olívio Dutra.

O Movimento Balaiada de denúncia do golpe via judiciário contribuiu para: (I) chamar a atenção da mídia nacional para o que acontecia no Maranhão; (II) mudar a opinião pública sobre o juízo de "justiça foi feita" pelo qual o Sistema Mirante massacrava ogoverno estadual (mesmo ganhando dinheiro do governo até o último dia dele!); e (III) ofuscar a posse de Roseana Sarney – governadora biônica, sem voto e sem Palácio dos Leões – ocupado pelos “balaios” que resistiram ao golpe.

A “Balaiada” poderia ter sido maior, não fosse a minguada base parlamentar na Assembléia Legislativa (que sequer tentou inviabilizar a posse de Roseana no Poder Legislativo); o apoio de raros prefeitos (boa parte dos presentes estava mais interessada era na liberação dos convênios no apagar das luzes); e ausência de vereadores da capital politizando o golpe na Câmara Municipal (nenhum se colocou no debate).

Mas sua baixa adesão social, em São Luís, decorreu de equívocos da condução do governo em questões como a greve dos professores e dos policiais civis. Reconhecer todas as demandas quando o governo já estava em vias de ser derrubado acentuou ainda mais o ressentimento das duas categorias e a percepção de que o governo não negociou

pra valer antes porque não quis.

Tal fato, acrescidos dos desvios éticos, corroeu a legitimidade do governo (o ato do governante ser aceito pelos governados). Por isso, junto com outros “balaios”, defendemos há um ano o voto e o mandato popular outorgado pelo povo a Jackson Lago, não o governo, cuja construção das políticas públicas não expressaram o método de governo de coalizão que resultou da ampla unidade das oposições nas urnas de 2006. Além da articulação política em bases fisiológicas que, após um ano, demonstram que em nada acumularam para o avanço das forças populares. Deputados e prefeitos que foram “reinaldistas”, depois “jackistas”, naturalmente voltaram ao sarneísmo sem qualquer pudor.

O Movimento Balaiada, portanto, foi movimento de defesa do valor do voto, da soberania popular, do mandato de Jackson, de denúncia da oligarquia Sarney, onde antecipávamos o desmonte que se teria de diversas políticas públicas que setores progressistas do governo golpeado tentavam construir.

Ao contrário dos neosarneysistas do PT, que agora chegam ao governo estadual pelas portas dos fundos abertas pela oligarquia e sem autorização do partido, entramos no governo da Frente de Libertação, em janeiro de 2007, pela porta da frente: fruto de nossa participação ativa no segundo turno da campanha de 2006, da aprovação por unanimidade da instância partidária (o Diretório Estadual do PT) e de nosso sonho em dar tudo de nós para a realização de um momento novo para o Maranhão.


Ficamos como aliados leais até o último momento: do PT não saiu nenhum escândalo no governo e nos faltaram as condições necessárias para avançarmos muito mais com as políticas do governo Lula no Maranhão.

O discurso de saída do governador Jackson Lago do Palácio dos Leões, na manhã de 18 de abril de 2009, em direção à sede do PDT, foi um momento de autocrítica dos erros cometidos no governo: “devíamos ter ouvido mais os movimentos sociais”, discursou o governador deposto. Ali, Jackson Lago revelou que sua sensibilidade pessoal para com os movimentos sociais e as políticas públicas transformadoras não foi acompanhada por alguns de seus mais influentes auxiliares, que revelaram suas faces retrógadas e de conciliação com o sarneismo.

O golpe de um ano atrás interrompeu uma transição (do sarneismo ao que viria a ser o pós-sarneismo) em construção que, em verdade, deveria ter sido uma ruptura com o sarneismo, não fossem as opções dos setores mais conservadores do governo.


Erraram os que deram como morta uma oligarquia que tinha sido apenas ferida. Subestimou-se o adversário que, em 40 anos, entranhou-se nos diversos poderes e espaços da República e, em especial, no Judiciário. Com esses equívocos, foi restaurada a oligarquia barrica.

Que o caminho das oposições em 2010 seja de fato guiado pela autocrítica anunciada há um ano. Só a efetividade dela garante não repetirmos os erros do passado e retomarmos a unidade com o povo para uma vez mais derrotar no voto popular a carcomida oligarquia.

(*) Franklin Douglas, Márcio Jardim e Silvio Bembem – foram, respectivamente, secretários adjuntos do Trabalho (SETRES) - 2007 a 2009, Juventude (SEEJUV)-2007/Minas e Energia (SEME)- 2008/09 e da Igualdade Racial (SEIR) - 2007 a 2009. Integram a Direção Estadual do PT-MA.

Fonte: Jornal Pequeno, 18/04/2010 (domingo).

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